terça-feira, 15 de dezembro de 2009
"Cuidar da Vida: Espiritualidade, Ecologia e Economia" - VII Encontro Nacional de Fé e Política
No Encontro Nacional deste ano, teve a presença do bispo diocesano de Itabira-Cel.Fabriciano, dom Odilon Guimarães Moreira; o representante do Movimento Nacional de Fé e Política, Pedro Ribeiro de Oliveira; o prefeito de Ipatinga, Robson Gomes da Silva; o representante do Ministério Público, Fernando Antônio Fagundes Reis; a representante das equipes de trabalho do evento Arlete Ferreira César, e o coordenador do encontro Custódio da Silva .
"O Movimento favorece ao cristão crescer na consciência de uma sociedade mais justa e digna. Sem a fé e a política, o ser humano vegetaria numa vida sem sentido, sem utopia", afirmou o bispo dom Odilon.
O encontro foi marcado por celebrações ecumênicas, conferências e 20 oficinas com temas ligados à temática fé e política. O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, o deputado federal do Rio de Janeiro, Chico Alencar; e o mestre em direito constitucional que integra a Rede Nacional de Advogados Populares, Delze dos Santos Laureano, foram os conferencistas do encontro.
Surgido na década de 1980, o Movimento de Fé e Política se rege por uma carta de princípios, que lhe assegura o caráter ecumêmico, não partidário, e reúne cristãos engajados na política à luz da fé cristã. Participam vereadores, prefeitos, deputados e militantes de vários partidos políticos. O primeiro Encontro Nacional de Fé e Política aconteceu no ano de 2000, na cidade de Santo André (SP).
sábado, 5 de dezembro de 2009
A PARÓQUIA AGORA TEM O SEU TWITTER
Para visitar é só acessar o link:
http://twitter.com/PSAmericana
domingo, 22 de novembro de 2009
DIA DO CRISTÃO LEIGO - FESTA DO CRISTO REI
A Igreja no compromisso com com o Reino, comemora na Solenidade de Cristo Rei do Universo, o Dia do Cristão Leigo e da Cristã Leiga. Ao concluir o ano litúrgico, a Igreja aponta para o Reino de Deus e destaca a figura do leigo e da leiga que, no dia-a-dia da vida, tornam-se sinal do Reino. Com o entusiasmo no compromisso, ao destacar a figura do laicato na missão última da Igreja-instrumento, revigora e reafirma o protagonismo dos leigos e leigas na evangelização em nossas terras. Portanto, é uma felicidade-compromisso.
E nesse sentido, muitos cristãos leigos e leigas assumem ministérios da palavra, liturgia e caridade, para o exercício coerente da fé, na medida em que são constitutivos da própria identidade da Igreja, pois concretizam a sua missão, que não é outra senão a edificação da civilização do amor, “onde todos tenham vida e vida plena” (Jo 10,10), sinal do Reino de Deus. Principalmente em lomunidades que não há padres e religiosos consagrados. É a Igreja que se assume na sua totalidade como Povo de Deus para celebrar, refletir, orar e vivenciar os valores do próprio Evangelho de Cristo.
Ao dizer do ministério da Palavra, num primeiro ponto, lembramos do Cristo Palavra, presente desde o princípio, encarnando-se na realidade humana. No princípio era a Palavra, e a Palavra se encarnou, fazendo-se ser humano e habitou entre nós (cf. Jo 1). Dele tudo vem e pra ele tudo concorre. “É alfa e ômega, princípio e fim” (Ap 1,8). Esta verdade precisa ser conhecida, estudada e vivida, pois ela, a Palavra, é fonte da missão e da vida da Igreja, como nos recordou o Sínodo dos Bispos neste ano. Assim, o CNLB faz um apelo ao estudo da Palavra, à formação do laicato nas dioceses, paróquias, comunidades, como leitura orante, leitura encarnada e leitura vivida.
As escolas de teologia do laicato, escolas de fé e política e uma formação da Doutrina Social da Igreja são fundamentais para que a Palavra se torne presente nas realidades onde estamos inseridos, a fim de que, com nossas ações, a verdade se revele: Jesus Cristo ontem, hoje e sempre. Assim, o apelo é para o investimento, como Igreja, na formação coerente do laicato, como inclusive, nos pede Aparecida.
Pra ser coerente, com a Palavra encarnada, a caridade é dom maior. É o amor, que é o próprio Deus. A caridade é expressa através de três momentos distintos e necessários: dar o peixe, ensinar a pescar e dar condições para a pesca. A caridade assistencial e afetiva e o empenho nas lutas de sócio-transformação da nossa realidade local, regional e nacional nos fazem testemunhas coerentes, como a “testemunha fiel”, que é Jesus Cristo (Ap, 1,5). Abdicar dessa responsabilidade como Igreja e como cristãos leigos e leigas, é negar a própria Igreja discípula-missionária.
A Igreja no Brasil, resgatando o Evangelho de Jesus Cristo segundo João, nos aponta a proclamar uma sociedade “onde todos tenham vida e vida plenamente”. Esta sociedade é possível quando nos colocamos como na atitude do bom samaritano (cf. Lc 10,25-37), introduzindo ao caminho aquele que estava à margem, excluído, caído e quase morto. Eis o papel da Igreja: trazer para o caminho de vida. E não somente, mas resgatar a vida. Isso não pode ser somente no plano das idéias, mas em prática concreta. Assim, conclamamos os leigos e leigas para que participem das organizações sociais, dos conselhos paritários, das organizações sociais da sociedade civil. De mesma forma, em colaboração fraterna, ousamos pedir engajamento das Igrejas Particulares, Paróquias e Comunidades, nas temáticas apresentadas pela Campanha da Fraternidade. Ousamos lembrar, também, de nossa co-responsabilidade como Igrejas-irmãs, em nível diocesano (paróquias-irmãs) e em nível nacional (Igrejas Particulares-irmãs). A última lembrança, não menos importante, é que a caridade-amor, nos aponta pra uma Igreja povo de Deus em comunhão e missão. Os diferentes ministérios (bispos, presbíteros, diáconos, leigos, institutos seculares, religiosos) são povo de Deus em comunhão.
Assim, o ministério da Liturgia celebrado, torna-se a grande festa do amor e partilha; torna-se, em Jesus Cristo, a festa da vida. A Eucaristia, de fato, é fonte e cume, pois é “fonte da missão e vida solidária” (14º CEN). Insistimos nesse ponto para uma liturgia encarnada na realidade, trazendo realidade, e a partir de Jesus Cristo, transformadora da realidade e, desta forma, proclamadora da verdade (Cf. Jo 18,37). Assim, “o Reino de Deus é eterno e jamais passará” (Dn 7,14). Para isso fez de nós sacerdotes (Ap 1,6). E como nos diz Pedro, “vocês são a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anunciem as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pd 2,9). Neste ano sacerdotal é preciso lembrar, então, que somos povo de sacerdotes, vocacionados para, como fermento na massa, edificar o Reino. Lembramos também, e rezamos, com S. João Maria Vianney, pelo sacerdócio ministerial, os presbíteros.
Portanto, que os cristãos leigos conheçam a verdade da Palavra de Deus e celebrem na vida a Eucaristia celebrada no Dia do Senhor, sendo anunciadores da caridade, através de ações concretas e sócio-transformadoras, numa íntima e inseparável relação fé-vida.
O CNLB (Conselho Nacional do Laicato do Brasil), assim, mostra-se pertinente e necessário, como ressalta as Disposições Gerais da Ação Evangelizadora de 2008/2010 e o Documento de Aparecida, tendo em vista a organização e articulação dos leigos e leigas. Assim, colaboramos, como Igreja de Jesus Cristo, instrumento, para que uma sociedade de justiça e fraternidade, civilização do amor, sinal do Reino de Deus, seja.
Sejamos “no mundo portadores da esperança” (Doc 62 CNBB).
Parabéns pelo dia do Cristão Leigo e Leiga!
(mensagem do CNLB Regional Sul 1 - Estado de São Paulo)
domingo, 15 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
CELAM de Aparecida
Nas conclusões do Documento de Aparecida, ele foi dividido em três grandes partes, conforme o método de reflexão teológico-pastoral ‘Ver, Julgar, Agir’ mediante um discernimento comunitário em estado permanente de missão.
A primeira parte se intitula A vida de nossos povos. Nesta parte se faz um olhar da realidade de forma como deve ser interpelada a evangelização. Vários processos históricos complexos e em curso nos níveis sócio-cultural, econômico, político, étnico e ecológico são analisados e se discernem grandes desafios como: a globalização, a injustiça estrutural, a crise na transmissão da fé, entre outros. Percebe-se a difícil situação da Igreja nesta hora de desafios, fazendo um balanço de sinais positivos e negativos dos povos do continente e indica a fé em Cristo como fonte de vida para os homens e as mulheres. Motiva-se a alegria de o cristão ser chamado para anunciar o evangelho com todas as suas repercussões para cada pessoa e na sociedade. Enfatiza a alegria da vocação à santidade e à comunhão de todo o Povo de Deus com suas vocações especificas e para o caminho do diálogo ecumênico e inter-religioso. Aborda-se o itinerário da riqueza espiritual popular católica, que é de estilo comunitário e missionário – o que se dá a devida atenção à iniciação cristã, à catequese permanente e à formação pastoral.
A terceira parte entra plenamente na missão atual da Igreja Latino-americana e Caribenha, que procura se desenvolver uma grande opção da Conferência: converter a Igreja em uma comunidade mais missionária das Igrejas Particulares (dioceses), das comunidades eclesiais das paróquias e dos organismos pastorais. Impulsiona-se então uma missão continental: que é a promoção do Reino de Deus e a promoção da dignidade humana, confirma-se a opção preferencial pelos pobres e excluídos, remetendo-se assim a opção feita na Conferência de Medellín, e que então se reconhecem novos rostos dos pobres (os desempregados, os migrantes, os abandonados, os enfermos e vítimas da violência e da criminalidade) e que se promova a Justiça e a Solidariedade Internacional. Foca-se na questão da ação pastoral à Família (Pastoral Familiar), como o início do anúncio da Boa Nova da dignidade infinita de todo ser humano, a fim de se promover uma cultura de amor e, posteriormente, uma cultura do respeito à vida na sociedade; ao mesmo tempo, desejando-se acompanhar pastoralmente as pessoas em suas diferentes condições como as crianças (Pastoral da Criança), adolescentes (Pastoral dos Adolescentes e Pastoral do Menor), jovens (Pastoral da Juventude), idosos (Pastoral da Melhor Idade), mulheres (Pastoral da Mulher Marginalizada e Pastoral Feminina) e homens (Pastoral Masculina), e se fomenta em especial o cuidado com o meio ambiente e a consciência ecológica (Pastoral do Meio Ambiente / Pastoral Ecológica).
No último capítulo, Nossos povos e a cultura, confirma e atualiza as opções de Puebla e de Santo Domingo pela evangelização inculturada, da qual se tratam os desafios pastorais da educação (Pastoral da Educação)e da comunicação (Pastoral da Comunicação), e para se promover uma Pastoral Urbana das grandes cidades, focando-se especialmente o compromisso político dos leigos por uma cidadania plena na sociedade democrática (Pastoral Fé e Política e Conselho Pastoral de Leigos), pela solidariedade com os povos indígenas (Pastoral Indígena) e afro-descendentes (Pastoral Afro-Brasileira), e uma ação evangelizadora que aponte caminhos de reconciliação, fraternidade e integração entre nossos povos, a fim de formar uma comunidade regional de nações na América Latina e no Caribe.
( matéria corrigida e completa que está no Jornal Anunciação, Edição III, Circulação: Outubro-Novembro de 2009)
domingo, 4 de outubro de 2009
A Missão da Igreja
A missão é a parte constitutiva da identidade da Igreja chamada pelo Senhor a evangelizar a todos os povos: “Sua razão de ser a agir como fermento e como alma da sociedade, que deve renovar-se em Cristo e transformar-se em família de Deus”.
A missão que se realiza como fruto da Conferência de Aparecida é animar a vocação missionária dos cristãos, fortalecendo as raízes de sua fé e despertando sua responsabilidade para que todas as comunidades cristãs se ponham em estado de missão permanente.
É a proposta de despertar nos cristãos a alegria e a fecundidade de ser discípulos de Jesus Cristo, celebrando com verdadeiro alegria o “estar-com-Ele” e o “amar-com-Ele” para sermos enviados para a missão.
Assim, a missão nos leva a viver o encontro com Jesus num dinamismo de conversão pessoal, pastoral e eclesial capaz de impulsionar à santidade e ao apostolado os batizados, e atrair os que abandonaram a Igreja, os que estão distantes do influxo do Evangelho e os que ainda não experimentaram o dom da fé.
O objetivo essencial da Missão Continental é tomar consciência de que a dimensão missionária parta do Kerigma, a fim de vitalizar o encontro com Cristo vivo e fortalecer o sentido de pertença eclesial, para que os batizados passem de evangelizados a evangelizadores e, através de seu testemunho e ação evangelizadora.
Campanha Ficha Limpa : entregue o projeto de Lei de Iniciativa Popular ao Congresso Nacional

As mais de 1,3 milhão de assinaturas e o projeto de lei sobre a vida pregressa dos candidatos, da Campanha Ficha Limpa, do <
Trinta parlamentares (entre Senadores e Deputados Federais) subscreveram o Projeto de Lei do MCCE junto com a sociedade. Dessa forma, o MCCE espera que o Projeto de Lei seja votado com mais agilidade.
A entrega do Projeto de Lei de Iniciativa Poular contou com a participação de representantes das 43 entidades que compõem o MCCE, além de lideranças da sociedade civil em diversas cidades brasileiras. Membros dos comitês 9840 de São Paulo, Mato Grosso, Piauí, representantes da Arquidiocese do Distrito Federal, da Diocese de Duque de Caxias vieram à Brasília acompanhar o evento. Durante a solenidade de entrega, 27 crianças, do CAIC Unesco de São Sebastião, entraram no Salão Verde do Congresso cantando o hino nacional. Cada uma delas carregava uma bandeira de um dos estados da federação e formulários com assinaturas coletadas em todos os estados brasileiros e no DF.
O presidente da Câmara, Michel Temer, parabenizou a iniciativa do MCCE e lembrou a simbologia da data de sua entrega. É semelhante que no mesmo dia, há 10 anos, Temer recebeu o Projeto de Lei que resultaria na primeira lei de iniciativa popular do país, a Lei 9.840/99, de combate a compra de votos e o uso eleitoreiro da máquina administrativa.
Iniciada em abril de 2008, a "Campanha Ficha Limpa" quer criar critérios mais rígidos para que alguém possa se candidatar. Na prática, o Projeto de Lei terá um papel preventivo, garantindo assim candidaturas idôneas no processo eleitoral. O primeiro passo para mais essa conquista foi dado por toda a sociedade brasileira. A nova etapa é a tramitação e votação do projeto.
Texto na íntegra do PL de Iniciativa Popular: http://mcce.org.br/sites/default/files/projeto_27_05.pdf
Fonte: http://www.mcce.org.br/
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
GRITO DOS EXCLUÍDOS: Vida em Primeiro Lugar, a força da transformação está na organização popular

No dia 7 de setembro, entidades e pastorais em todo o Brasil promoveram o 15° GRITO DOS EXCLUIDOS, cujo tema e lema esse ano é “VIDA
Com esse lema, o 15º GRITO nos convoca e desafia a pensar e discutir com a sociedade a atual crise do capitalismo, que mais uma vez deixa a conta para os pobres pagarem; e a necessidade de construir um novo projeto civilizatório, onde a dignidade da vida esteja em 1º lugar. Vida digna e justa é mais do que mera sobrevivência; exige mudança e condições reais que garantam as aspirações básicas do ser humano. O lema também afirma que a força da transformação está na organização e participação popular, um dos grandes desafios para quem sonha um novo projeto de sociedade, onde a democracia, justiça e paz sejam realidade.
O GRITO DOS EXCLUÍDOS E EXCLUÍDAS é um tempo oportuno para a reflexão, para ouvirmos as vozes de milhares de pessoas, de um modo muito especial os que vivem silenciados no anonimato. Gritos fracos, inaudíveis, mas que precisam ser ouvidos por nós, sob a pena de sermos reconhecidos como falsos cristãos, desatentos aos sofrimentos dos empobrecidos, sem compaixão, realizando uma missão medíocre, se não o fazemos.
A organização do povo é o caminho que devemos percorrer, motivados pela Palavra e Eucaristia, para que a vida em plenitude para todos seja alcançada, sinal do Reino de Deus: projeto, utopia e realidade.
Como uma manifestação popular que acontece desde 1995 carregada de simbolismo, o Grito dos Excluídos é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
Sua intenção é:
* Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;
* Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;
* Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal visando desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.
O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.
As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos - e que se estendem por todo o território nacional.
Em Campinas, tradicionalmente se realizou a manifestação logo após o desfile oficial de 7 de setembro, quando os manifestantes das diversas pastorais da Igreja Católica ocuparam a Avenida Francisco Glicério.
SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA

Há 38 anos a Igreja do Brasil celebra no mês de setembro o Mês da Bíblia. A celebração teve sua origem na arquidiocese de Belo Horizonte, em 1971, e foi se espalhando para todo o Brasil.
O objetivo do mês da Biblia é infundir no povo a convicção de que a Palavra de Deus é, por excelência, o livro que deve ser inserido na vida de cada pessoa. Fazer com que as famílias sintam necessidade de ter uma Bíblia em casa e incentivar a reunião das comunidades para o estudo e a vivência da Palavra de Deus.
A centralidade da Palavra de Deus tem impulsionado a vida e a ação evangelizadora da nossa Igreja. A redescoberta da Sagrada Escritura e o seu uso constante por todas as Igrejas Cristãs no Brasil tem sido muito significativo para o processo e crescimento da experiência da fé das comunidades espalhadas pelo nosso Brasil.Sobre o mês da Bíblia, setembro é dedicado de forma especial “à Palavra de Deus”, e que o período é um estímulo para os fiéis se tornarem responsáveis pela causa de Jesus por meio do discipulado.
“Isso também nos ajudará a sermos mais discípulos missionários de Jesus Cristo - Caminho certo, Verdade segura e Vida plena”.
Para este ano o livro proposto é a Carta de São Paulo ao Filipenses, cujo tema é “Alegria de servir no amor e na gratuidade” e o lema: “Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).


























